Programa de Pós-Graduação em Microbiologia e Parasitologia Aplicadas

Autoavaliação

PARECER AUTOAVALIAÇÃO DO PPGMPA – 2019

A comissão de autoavaliação do PPGMPA, formada pelos Drs. Ricardo Luiz Dantas Machado (Professor Titular do Instituto Biomédico – UFF), Martha Suárez-Mutis (Pesquisado Titular – FIOCRUZ) e André Luis Souza dos Santos (Professor Titular do Instituto de Microbiologia Paulo de Góes – UFRJ), reuniu-se na sala de reuniões da Direção do Instituto Biomédico – UFF, às 09:00 h do dia 18 de dezembro de 2019, para avaliar o desempenho acadêmico dos pesquisadores nas seguintes categorias: Docente Permanente e Docente Colaborador.

Em 2018, havia 26 docentes permanentes e 1 colaborador (Lee W. Riley – University of California, Berkeley, EUA). Os docentes permanentes eram: Adriana de Abreu Corrêa; Adriana Pitella Sudré; Allan Jefferson Guimarães; Aloysio de Mello Figueiredo Cerqueira; Alynne da Silva Barbosa; Ana Maria Viana Pinto; Andrea Regina de Souza Baptista; Beatriz Brener de Figueiredo; Bruno de Araújo Penna; Claudia Maria Antunes Uchôa Souto; Daniela Leles de Souza; Danuza Pinheiro Bastos Garcia de Mattos; Dilvani Oliveira Santos; Felipe Piedade Gonçalves Neves; Fábio Aguiar Alves; Lívia Cristina Liporagi Lopes; Marcia Ribeiro Pinto da Silva; Patricia Riddell Millar Goulart; Rafael Brandão Varella; Renata Fernandes Rabello; Ricardo Luiz Dantas Machado; Rosana Rocha Barros; Silvia Maria Baeta Cavalcanti e Tatiana Xavier de Castro. Como observação, os docentes Rita de Cássia Nasser Cubel Garcia e Walter Lilenbaum comunicaram sua saída do Programa no início de 2018 por motivos pessoais.

Inicialmente, o coordenador do Programa, Felipe Piedade Gonçalves Neves, elencou os objetivos, metas e planejamento estratégico do Programa bem como a avaliação de Meio Termo da CAPES. De posse de todas essas informações, a comissão analisou de forma cuidadosa e criteriosa a produção científica (incluindo artigos, capítulos e patentes) de cada docente individualmente até o momento no quadriênio atual. Em tal análise, levou-se em consideração a liderança e a autonomia dos docentes nas publicações, bem como a produção com discentes/egressos, o que será muito valorizado na avaliação do quadriênio 2017-2020.

Considerando a necessidade de se enxugar o quadro docente, recomendação feita durante o Seminário de Meio Termo (2017-2018), e os objetivos de melhorar a proporção entre discentes e docentes para cerca de 2:1 e de chegar ao conceito 5 no quadriênio vigente, recomendamos as seguintes ações em relação ao ano de 2019:

A) Recadastrar como docentes permanentes (n=17):

  1. Adriana Pitella Sudré;
  2. Allan Jefferson Guimarães;
  3. Alynne da Silva Barbosa;
  4. Ana Maria Viana Pinto (com ressalvas);
  5. Andrea Regina de Souza Baptista;
  6. Beatriz Brener de Figueiredo;
  7. Bruno de Araújo Penna;
  8. Daniela Leles de Souza;
  9. Dilvani Oliveira Santos (com ressalvas);
  10. Felipe Piedade Gonçalves Neves;
  11. Fábio Aguiar Alves;
  12. Lívia Cristina Liporagi Lopes (com ressalvas);
  13. Rafael Brandão Varella;
  14. Ricardo Luiz Dantas Machado; 
  15. Rosana Rocha Barros (com ressalvas);
  16. Silvia Maria Baeta Cavalcanti;
  17. Tatiana Xavier de Castro (com ressalvas).

B) Recadastrar como docentes colaboradores (n=4; limite de 20% do corpo docente):

  1. Claudia Maria Antunes Uchôa Souto;
  2. Danuza Pinheiro Bastos Garcia de Mattos;
  3. Marcia Ribeiro Pinto da Silva;
  4. Lee Woodland Riley.

C) Considerar como colaboradores externos (n = 5):

  1. Aloysio de Mello Figueiredo Cerqueira;
  2. Adriana de Abreu Corrêa;
  3. Patricia Riddell Millar Goulart;
  4. Renata Fernandes Rabello;
  5. Rita de Cássia Nasser Cubel Garcia.

Entretanto, há alguns docentes permanentes que devem ficar atentos à sua produção e/ou aumentar a produção com discentes/egressos. UMA SUGESTÃO QUE PODE AUXILIAR TODOS OS DOCENTES É A REDAÇÃO DE ARTIGOS DE REVISÃO.

Sugerimos enviar cartas direcionadas a cada docente que será realocado ou não recredenciado explicando os critérios pelos quais tais recomendações foram feitas. Também sugerimos o envio de cartas a docentes permanentes cuja produção está baixa, o que poderá implicar na sua realocação em 2020.

Entre 2017-2019, os 24 docentes permanentes de 2018 produziram 123 artigos (Qualis A+B+C), com uma boa média de 5,1 artigos por docente, sem considerar o docente colaborador Lee W. Riley e os docentes Rita de Cássia N. C. Garcia e Walter Lilenbaum, que se desligaram do Programa no início de 2018. Sessenta (48,8%) dos 123 artigos foram com discentes/egressos, o que corresponde a uma proporção excelente. Excluindo os artigos com Qualis C ou sem qualis, são 103 artigos no total (média de 4,3 artigos/docente), sendo 50 (48,5%) com discentes/egressos. A proposta de recadastramento também aumentaria a média por docente permanente.

DEMAIS QUESITOS AVALIADOS:

  1. Adequação e coerência das áreas de concentração, linhas de pesquisa, projetos de pesquisa e estrutura curricular

As áreas de concentração, linhas e projetos de pesquisa são coerentes e adequados à Área Ciências Biológicas III. Destacamos a recém-criada linha de pesquisa Educação em Saúde, que tem potencial para integrar ainda mais o docente e o ensino básico, aumentando a qualificação de professores de diferentes níveis.

  • Avaliação de disciplinas e participação dos docentes em disciplinas

Há uma grande variedade de disciplinas e o fato mais importante é que TODOS OS DOCENTES participam em disciplinas oferecidas pelo Programa.

  • Instalações físicas e infraestrutura do Programa

A construção e entrega do prédio novo de pesquisas do Instituto Biomédico da UFF moderniza as instalações, aumentando a qualidade dos laboratórios, o que pode refletir em suas respectivas pesquisas. A existência de um laboratório multiusuário gerido pelo Programa é outro ponto muito positivo.

  • Número de alunos matriculados e formados

O curso de Mestrado é relativamente novo (início em 2007) e o de Doutorado, iniciado em 2015, formou os primeiros doutores entre 2018 e 2019. No total, o Programa já formou 101 mestres e 10 doutores. A formação de 10 doutores após a aprovação do curso de doutorado num prazo relativamente curto é um aspecto muito positivo para o Programa.

Somente em 2019, 18 alunos se formaram. O número de alunos formados em 2019, sobretudo de doutorado, é muito bom. Entretanto, o número de alunos matriculados precisa aumentar. Sugestões para aumentar a captação de alunos:

  1. Diminuir o valor das inscrições: na UFRJ e na Fiocruz, custa em torno de R$ 100,00;
  2. Melhorar a divulgação do Programa, colando cartazes em instituições públicas e privadas;
  3. Estabelecer e fortalecer parcerias com outras instituições para atrair alunos externos.
  • Número de docentes permanentes (DP), incluindo bolsistas FAPERJ e CNPq e jovens docentes permanentes (JDP)

Há 4 (16,7%) pesquisadores CNPq, sendo que apenas um é PQ Nível 1e também CNE/FAPERJ. A proporção de pesquisadores CNPq em relação ao corpo docente precisa aumentar. Se houver redução para 17 docentes permanentes, a proporção ficará em 23,5%. Um ponto positivo é que há 5 JCNE/FAPERJ.

  • DP com orientação em andamento e com orientação concluída no período

Há 3 docentes sem orientação em andamento e sem defesa no ano de 2019. Além disso, há docentes que só orientaram 1 ou 2 alunos entre o quadriênio anterior e o quadriênio atual. Isso deve ser evitado. O presente parecer pode auxiliar na correção de tais distorções.

  • Capacidade de captação de financiamento: número de projetos solicitados e aprovados (links comprobatórios nesses casos) por agências de fomento nacionais e internacionais, na qualidade de coordenador, equipe proponente ou colaborador

Sete (29%) docentes não informaram ou não submeteram projetos a nenhuma agência de fomento interna ou externa. Somente 5 (20,1%) submeteram 4 ou mais projetos a agências de fomento. A captação de recursos tem sido cada vez mais complicada e o baixo número de submissões dificulta ainda mais o desenvolvimento de projetos de pesquisa de alto nível. Docentes que não submetem sistematicamente projetos a agências de fomento, em geral, não devem ser recadastrados no Programa.

  • Produção bibliográfica e citações (artigos em revistas Qualis A-B, sobretudo A1+A2 na área CBIII, índice h, livros e capítulos, tradução etc.), especialmente com discentes/egressos

A produção docente foi discutida no início desse documento. Em relação ao índice h, 14 (58%) possuem índice h ≥ 10. Com a proposta de diminuição do número de DP para 17, essa proporção aumentará ligeiramente (11/17; 64,7%).

  1. Produção técnica (patentes, produtos, entrevistas e comentários na mídia, trabalhos técnicos, cursos ministrados entre outros), especialmente com discentes/egressos

Destaque para 2 patentes depositadas, uma com egresso, o que é bem interessante. Contudo, o Programa precisa incentivar ainda mais a geração de patentes. Há também alguns comentários na mídia e, principalmente, vários cursos ministrados/organizados por docentes do Programa.

  • Qualidade, relevância e impacto das teses e dissertações

Em geral, as teses e dissertações são relevantes e têm gerado artigos de nível médio a alto. Contudo, 10 (16,7%) dos 60 artigos com discentes/egressos foram em revistas Qualis C ou sem Qualis.

  • Egressos e sua atuação

Em termos de atividades dos 61 egressos do curso de Mestrado dos últimos 5 anos (2015-2019), contabilizamos: 24 (37,3%) doutorandos, 4 (6,6%) técnicos/tecnologistas de instituições públicas de ensino ou pesquisa (UFF, UFRJ, Fiocruz/RJ e 1 tecnologista na Universidade de Miami), dos quais 3 são também doutorandos, 4 (6,6%) que atuam como veterinários em clínicas particulares, 4 (6,6%) servidores públicos atuando como biólogo/biomédico/médico/sanitarista, 3 (4,9%) docentes de instituições privadas de ensino superior, 3 (4,9%) docentes do ensino básico, 2 (3,3%) pós-doutorandos, 2 (3,3%) empresários (donos de drogaria e clínica de estética); 2 (3,3%) discentes em Curso de Especialização em Análises Clínicas; 1 (1,6%) docente do CEDERJ; 1 (1,6%) bolsista FIOTEC; 1 (1,6%) microbiologista em laboratório de análises clínicas, 1 (1,6%) discente de  graduação em Farmácia, 1 (1,6%) docente de PPG lato sensu na área de estética, que está empreendendo ao abrir o próprio negócio; 1 (1,6%) trabalhando como farmacêutica em drogaria. Contudo, cerca de 20% não atuam na área ou não possuem vínculo empregatício.

  • Inovação e empreendedorismo

Além das 2 patentes, há projetos de diferentes professores que envolvem desenvolvimento de novas alternativas para tratamento de doenças infectoparasitárias, como Profa. Ana Maria (novos compostos antivirais), Prof. Allan (manipulação de anticorpos contra fungos), Profa. Dilvani (novos compostos contra protozoários), Prof. Fabio Aguiar (novos compostos contra bactérias resistentes), Prof. Bruno em parceria internacional (cura plasmidial de resistência em bactérias) e Prof. Felipe (edição gênica via CRISPR-Cas contra bactérias resistentes). Essas inciativas podem alavancar a geração de patentes.

  • Inserção social

Os docentes do Programa são muito integrados ao município de Niterói e ao Estado do RJ, promovendo diferentes projetos de extensão voltados para a comunidade não acadêmica e vários cursos e workshops para a comunidade acadêmica, inclusive um curso internacional que vem se consolidando ao longo dos anos. Contudo, a inserção nacional é mediana e a inserção internacional precisa aumentar. Mas já há destaques relacionados a internacionalização do Programa, como o docente colaborador Lee Riley da UC Berkeley, o projeto financiando pela Bill & Melinda Gates Foundation coordenado pelos Prof. Bruno Penna e David Sands da University of Montana, a Profa. Livia L. Lopes, que se encontra na Johns Hopkins University e a bolsista da OEA proveniente da República Dominicana, sem contar as colaborações internacionais de vários pesquisadores. Todo o conteúdo da página web do Programa pode ser traduzido para várias idiomas pela plataforma Google e ainda há uma aba (“International Student Info” em inglês, espanhol e francês) direcionada a estudantes estrangeiros, porém com informações mais limitadas. Recomenda-se adicionar mais informações a essa aba para dar mais visibilidade internacional. Há atualmente páginas/perfis do Programa em mídias sociais, como Facebook e Instagram, com cerca de 2.000 seguidores, o que ajuda a melhorar a visibilidade do Programa.

  • Articulação com a educação básica

Vários docentes desenvolvem projetos de Educação em Saúde além de atividades de apoio a escolas públicas (ensino fundamental e médio) em diversos municípios do Estado do RJ. A criação da linha de pesquisa “Educação em Saúde” abre novas possibilidades, aumentando o potencial de interação com a educação básica.

p) Avaliação geral do Programa por discentes, egressos e docentes

De modo geral, os discentes e egressos avaliaram o Programa de forma positiva, com estrutura curricular adequada, sugerindo, pontualmente, menor carga horária de disciplinas, maior flexibilidade de horários de disciplinas, sobretudo para quem trabalha, maior número de aulas práticas e não fazer avaliações por provas. Uma fragilidade destacada pelos egressos foi a divulgação das informações do Programa na época em que estavam matriculados no curso. Problemas de infraestrutura referentes ao serviço público também foram relatados.

Em relação aos docentes, as avaliações destacam que o PPGMPA tem grande potencial para crescimento, pois possui um corpo docente diversificado que trabalha com vários tipos de micro-organismos (vírus, bactérias e fungos) e parasitos. Além disso, possui uma mescla entre professores jovens e experientes, importantes para o crescimento da produtividade.

A quantidade e qualidade das publicações têm aumentado, mas precisa continuar evoluindo. Há, porém, egressos que não publicaram artigos.

Um ponto destacado por alguns docentes é a dificuldade de desvinculação do Programa ao Departamento de Microbiologia e Parasitologia, sobretudo porque as linhas de pesquisa do Programa se confundem com as disciplinas do departamento. Há a sugestão de criar linhas transversais, como “Interação Parasita-Hospedeiro”, “Desenvolvimento de novas estratégias antimicrobianas e antiparatárias” e “Diagnóstico e Epidemiologia de Doenças Infecciosas e Parasitárias”.

A captação de alunos é uma das maiores dificuldades do Programa, que tem melhorado sua divulgação ultimamente. Além disso, o baixo número de bolsas ofertado, sobretudo de doutorado, faz com que nossos egressos de mestrado busquem outros Programas de Pós-Graduação na área.

Em relação à integração com a sociedade, o Programa se destaca com inúmeros projetos de extensão, cursos cujas inscrições (alimentos e material de higiene) são revertidas a populações de vulnerabilidade social e integração com escolas. Além disso, como medidas de inclusão por meio de editais de seleção, o Programa reserva vagas a minorias étnicas e deficientes, além de promover o aperfeiçoamento de técnicos, estimulando sua entrada no Programa nos cursos de mestrado e doutorado.

 q) Considerações finais

A comissão de autoavaliação reitera a premissa de autonomia do PPGMPAsendo, portanto, as avaliações expostas acima uma maneira de nortear a Comissão Deliberativa do referido Programa de Pós-Graduação, com o único intuito de garantir e perpetuar a excelência do PPGMPA.

Por fim, consideramos que o Programa tem avançado nos últimos anos e tem a possibilidade de melhorar seu desempenho na avaliação da Capes do quadriênio 2017-2020.

PLANO DE AUTOAVALIAÇÃO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM MICROBIOLOGIA E PARASITOLOGIA APLICADAS – UFF

2019

POLÍTICA E PROPOSTA

  1. Criação da Comissão de Autoavaliação (CAA):

O Coordenador do PPGMPA indicou os seguintes professores:

– Bruno de Araújo Penna

– Fabio Aguiar Alves

– Marcia Ribeiro Pinto da Silva

– Rafael Brandão Varella

– Ricardo Luiz Dantas Machado

Aprovada em Colegiado dia 11.09.2019

  • Elaboração de pré-proposta de plano de autoavaliação

2.1. Missão: Contribuir para o conhecimento de aspectos laboratoriais e epidemiológicos de vírus, bactérias, fungos e parasitas, com o intuito de desenvolver e avaliar testes diagnósticos e/ou drogas antimicrobianas e promover o controle higiênico-sanitário de agentes microbianos e parasitários de importância médica humana e veterinária, bem como de doenças e problemas vinculados à contaminação microbiana do ambiente, em particular de veiculação hídrica. Dessa forma, estamos inseridos no conceito de “One Health” (Saúde Única), visando a integração entre saúde humana, saúde animal e ambiente, considerando a adoção de políticas públicas efetivas para a prevenção e controle de doenças infecciosas e parasitárias.

2.1.1. Objetivo: Formar profissionais qualificados, competentes e comprometidos com os princípios da ética e da responsabilidade social, por meio do desenvolvimento de projetos, produtos e processos que contribuam para o bem-estar social, a melhoria da qualidade de vida da população e o avanço da ciência básica que possa dar suporte ao desenvolvimento científico e tecnológico em longo prazo, capacitando o discente para uma intervenção construtiva.

O PPGMPA está em consonância com o Plano de Desenvolvimento Institucional – PDI e com o Projeto Pedagógico Institucional – PPI UFF 2018-2022, pois tem também a missão de elevar a qualidade do ensino da pós-graduação Stricto Sensu no país, tendo como parâmetro o crescimento gradativo no conceito CAPES, com objetivo de chegar à nota 5 no quadriênio atual (2017-2020), além de buscar e estimular cada vez mais a qualificação dos servidores técnicos e docentes, a internacionalização do Programa e o potencial de inovação dos nossos discentes e docentes, com o intuito de cumprir as metas e objetivos do Plano Institucional de Internacionalização e de consolidar o potencial de inovação da UFF.

2.2. Resultados que o PPGMPA vem obtendo em avaliação CAPES

2007-2009 (Mestrado): 3

2010-2012 (Mestrado): 4

2013-2016 (Mestrado + Doutorado a partir de julho/2015): 4

2.3 Monitoramento anual da qualidade do programa e do seu processo de formação:

– Planejamento estratégico: Captar mais alunos e pós-doutorandos e melhorar a proporção discente:docente para pelo menos 2:1 no quadriênio 2017-2020; aumentar a qualidade e quantidade da produção científica, sobretudo com discente, com meta de produção conjunta docente/discente em torno de 50% e objetivo de atingir o conceito 5 na CAPES no quadriênio 2017-2020; continuar investindo na internacionalização do Programa, buscando, por exemplo, captar mais recursos de agências internacionais e investir no potencial de inovação do Programa, aumentando gradativamente o número de patentes; continuar a estimular produção de livros e atividades de extensão por seus discentes e docentes, considerando a integração com a sociedade e a interação com o ensino básico, que deve ser fortalecida pela linha de pesquisa “Educação em Saúde”, recém-criada no Programa; e, por fim, estimular cada vez mais seus discentes e docentes a promoverem a divulgação científica, por meio de ações em espaços públicos, escolas e mídias sociais do Programa e de seus discentes e docentes, para mostrar à sociedade a importância dos trabalhos aqui desenvolvidos, bem como outras informações relevantes na área da Saúde.

– Quesitos a serem avaliados:

  1. Adequação e coerência das áreas de concentração, linhas de pesquisa, projetos de pesquisa e estrutura curricular;
  2. Avaliação de disciplinas e participação dos docentes em disciplinas;
  3. Instalações físicas e infraestrutura do Programa;
  4. Número de alunos matriculados e formados;
  5. Número de docentes permanentes (DP), incluindo bolsistas FAPERJ e CNPq e jovens docentes permanentes (JDP);
  6. DP com orientação em andamento e com orientação concluída no período;
  7. Capacidade de captação de financiamento: número de projetos solicitados e aprovados (links comprobatórios nesses casos) por agências de fomento nacionais e internacionais, na qualidade de coordenador, equipe proponente ou colaborador;
  8. Produção bibliográfica e citações (artigos em revistas Qualis A-B, sobretudo A1+A2 na área CBIII, índice h, livros e capítulos, tradução etc.), especialmente com discentes/egressos;
  9. Produção técnica (patentes, produtos, entrevistas e comentários na mídia, trabalhos técnicos, cursos ministrados entre outros), especialmente com discentes/egressos;
  10. Qualidade, relevância e impacto das teses e dissertações;
  11. Egressos e sua atuação;
  12. Internacionalização do Programa (colaboradores estrangeiros, disciplinas e cursos em inglês…), considerando seus discentes (p. ex., sanduíche) e docentes (p. ex., grants internacionais, pós-doutorado no exterior, membro de corpo editorial de periódicos internacionais…);
  13. Inovação e empreendedorismo;
  14. Inserção social: local, regional, nacional e internacional (pode incluir projetos de extensão, consultorias a agências de fomento, organizações de evento, comissões, comitês, conselhos, redes, colaborações oficiais…)
  15. Articulação com a educação básica;
  • Aprovação do plano de autoavaliação: Aprovada em reunião do Colegiado do PPGMPA em 16/10/2019.

PROCEDIMENTOS E INSTRUMENTOS

  • Implantação do plano de autoavaliação

O que?

Dados do Programa e das atividades e produção docente/discente.

Quem?

Três avaliadores, sendo pelo menos 1 interno e 1 externo.

Além disso, discentes, egressos e docentes do Programa farão uma avaliação do Programa de forma global, incluindo estrutura curricular, infraestrutura, estímulo à qualificação, entre outros, destacando seus pontos fortes e fracos, sugerindo ideias para melhorar o Programa.

Como?

A partir dos dados coletados junto aos discentes, docentes, egressos e coordenação do Programa obtidos por intermédio de formulários, fichas de avaliação e consultas ao Lattes.

Quando?

Entre novembro e dezembro, os discentes e docentes do Programa preenchem as fichas. A CAA compila os dados coletados para entregar aos avaliadores. Entre janeiro e fevereiro do ano seguinte, os 3 avaliadores fazem as análises e dão o parecer a ser apresentado em reunião em fevereiro/março.

RESULTADOS

  • Elaboração do relatório parcial

Os avaliadores elaboram relatório parcial do processo de autoavaliação, destacando potencialidades e fragilidades evidenciadas e elencando possíveis ações futuras, com vistas aos desafios estratégicos e melhorias.

FUTURO

  • Realização de reunião para exposição dos resultados

Os avaliadores e/ou a CAA apresentam observações à reunião do PPGMPA com a presença de discentes e docentes, estimulando a reflexão e a problematização em termos do diagnóstico feito, tendo como referencial à avaliação da CAPES, aderência ao PDI e PPI da UFF e sua missão e objetivos.

O Colegiado do Programa se reúne para análise do relatório parcial a fim de ajustar e aprovar as medidas a serem tomadas para a melhoria do Programa, proposições de ações e traçado de metas.

  • A Coordenação do PPGMPA preenche fichas a serem enviadas a Capes sobre os procedimentos de autoavaliação.

A cada ano, as etapas da autoavaliação serão revistas

Contato:

Secretaria do Programa de Pós-Graduação em Microbiologia e Parasitologia Aplicadas – PPGMPA
Rua Prof. Hernani Melo, nº 101 – 3º andar do Bloco A – Cep.: 24210-130.
Email: ppgmpa.uff@gmail.com
Telefone: (21) 2629-2552

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